Uma mania: Usar cores diferentes nos meus apontamentos. E sublinhá-los de todas as formas e feitios. Desde sempre que os meus cadernos da escola têm apontamentos coloridos e sublinhados com linhas, linhas duplas, tracejados, etc... É uma mania mesmo. Mas assim dá gozo estudar!
Pecado capital: A desarrumação. Então no que toca ao meu quarto nem digo nada. Confesso que deixo as coisas um bocado espalhadas no chão, na estante, onde calha. Mas a verdade é que mesmo no meio da minha desarrumação eu consigo organizar-me!
Melhor cheiro do mundo: O cheiro do cabelo acabado de lavar com champô e creme amaciador. Adoro!
Se o dinheiro não fosse problema: Não me parece que o dinheiro seja, de todo, um problema. Pode sê-lo, claro! Haja saúde, vida estável e amor, que o dinheiro... é um acréscimo!
História de infância: Não me lembro de nenhuma em particular, mas estou certa que houve algumas engraçadas. Todos temos sempre histórias engraçadas na nossa infância!
O que não gosto de fazer em casa: Lavar a louça. Esfregar os tachos, pratos e demais recipientes fundos, por os restos de comida no lixo, limpar a banca e o fogão não são coisas que goste de fazer.
Habilidade na cozinha: Devo dizer que até vir estudar para Cádiz a minha habilidade na cozinha era quase nula. Agora já tenho melhor relação com os tachos e sei fazer uns pratos com arroz, massa, batatas… Alguns até têm sabor!
Frase preferida: De entre várias, escolho esta “Não há nada impossível, porque os sonhos de ontem são as esperanças de hoje e podem converter-se em realidade amanhã.” De facto, sempre gostei pouco da palavra “impossível" na minha vida.
Passeio para o corpo: Passear num ambiente que proporcione bem-estar: um jardim onde respirar ar puro de natureza, uma praia tranquila ao por do sol, uma rua onde passem menos carros…
Passeio para a alma: Qualquer passeio que inclua família ou amigos. São o melhor conforto para a alma!
O que me irrita: Irrita-me falta de educação. Custa-me imenso lidar com pessoas que não têm um pingo de educação na cara, falam com maus modos e acham-se donas de todas as razões. Situações dessas fazem que a tampa fique com vontade de saltar. Também me irrita o cinismo. Detesto e irrita-me profundamente quando me falam ou agem comigo de forma cínica. Acho que isso é das atitudes mais mesquinhas que pode haver com os outros.
Frases e palavras que mais uso: Isso depende da circunstância, de com quem falo e do grau de intimidade que temos. Habitualmente fazem parte do meu vocabulário aquelas palavras bastante utilizadas pelos jovens de hoje: “ya”, “fixe”, “que cena”, “bué”, “altamente”, entre outras.
Palavrão mais usado: Não sou de usar palavrões, mas quando saem, sobretudo em momentos de extrema irritação, o que sai mais é um que começa pela letra “f”.
Talento oculto: Deve estar mesmo oculto, não faço a mais pálida ideia.
Não importa que esteja na moda, eu nunca usaria: Camisolas completamente forradas a lantejoulas, nem para ir à discoteca. Parecem-me espampanantes demais. Meia dúzia de lantejoulas até acho piada, agora uma camisola toda de lantejoulas, não obrigada.
Queria ter nascido a saber: Ipsis uerbis do que disse a Gabi, “exactamente o que sabia quando nasci”. Não é preciso pressa para saber. Há tempos prodigiosos para aprender e ensinar, mas estamos sempre a tempo disso. Temos uma vida inteira para aprender, ensinar, experimentar, desfrutar… para viver!
Rainbow, Sílvia, O cantinho da Danizitha, Um sopro no coração, Pelos caminhos da vida, Pieces of me





