
Quantos sabores pode ter o recordar de um momento? Eu arriscaria avançar uma resposta que talvez toque o cliché, mas que mais se aproxima do certeiro sobre este assunto: muitos, imensos. Inúmeros, diria mesmo. Não há um só. Perguntar-me-ão, então, qual o sabor próprio da recordação de um acontecimento. E eu dir-vos-ei: não há um sabor estandardizado, padrão, que seja comum. E porquê? Porque tudo depende do que é evocado no ato de recordar. Eu creio que esta ação pode ter dois pólos opostos, duas caraterísticas díspares. Pode ser fantástica ou medonha. Os factos e acontecimentos que estruturam a memória recordada determinam a forma como se encara o ato de recordar. Recordar um acontecimento cuja marca gravada é magnífica, torna-se numa ação muito boa, maravilhosa. Vou mais longe, traz vida à vida! Recordar acontecimentos menos bons pode ser, no mínimo, assustador; pode chegar ao limiar do aterrorizante. Não traz vida à vida; pode ter o efeito inverso.
Tendo em conta tudo isto, quero dizer-vos, amigos meus: recordai somente o que vos configurou oportunidades de amadurecimento. Essas memórias que nos trouxeram vida e ficaram gravadas em nós transformaram-se, um dia, em algo de que gerou sentimentos positivos dentro de nós. Podemos pensar que essas memórias são boas recordações. Pois bem, eu digo-vos que são muito mais do que isso. As boas recordações são muito mais do que meras recordações agradáveis; são vida que molda e transforma o ser humano. Não subestimeis o poder catalisador e prazenteiro que tem o ato de recordar belos e inesquecíveis momentos.
Outro pensamento, talvez mesmo um devaneio, escrito a caminho de casa, no comboio. Muito obrigada a todos pelos elogios e pelo feedback tão positivo dado ao texto anterior. A minha escrita ganha forma e contornos verdadeiramente significativos quando a partilho.
Tendo em conta tudo isto, quero dizer-vos, amigos meus: recordai somente o que vos configurou oportunidades de amadurecimento. Essas memórias que nos trouxeram vida e ficaram gravadas em nós transformaram-se, um dia, em algo de que gerou sentimentos positivos dentro de nós. Podemos pensar que essas memórias são boas recordações. Pois bem, eu digo-vos que são muito mais do que isso. As boas recordações são muito mais do que meras recordações agradáveis; são vida que molda e transforma o ser humano. Não subestimeis o poder catalisador e prazenteiro que tem o ato de recordar belos e inesquecíveis momentos.
Outro pensamento, talvez mesmo um devaneio, escrito a caminho de casa, no comboio. Muito obrigada a todos pelos elogios e pelo feedback tão positivo dado ao texto anterior. A minha escrita ganha forma e contornos verdadeiramente significativos quando a partilho.


