
É também conhecido em Amarante, devoto das suas gentes, mas cá pelas pessoas da beira-mar é tratado com o carinho inerente aos diminutivos.
Desde o fim de semana que passou que no centro de Aveiro, o ar tem um certo cheiro a pipocas, algodão doce, cavacas e coisas doces. Durante estes dias assinalam-se os festejos em honra do São Gonçalinho, o o santo apreciado por excelência pelos aveirenses, particularmente por aqueles que vivem a sua vida em pleno coração da cidade.
Gosto desta festa, desta festa que tem as suas particularidades que lhe conferem a autenticidade. Gosto de ver as cavacas que chovem da capela, embora tenha medo de me aproximar para as apanhar; não vá ser atingida por alguma! Os guarda-chuvas invertidos ou mesmo aqueles engenhos montados com umas redes ou sacos de batatas e canas, usados para apanhar as cavacas que caem da capela configuram um cenário que arriscaria dizer inigualável. Sem falar no fogo de artifício sobre a ria... um belíssimo espetáculo!
Costumo tirar um tempo para dar-me a oportunidade de divertir-me pelos lugares da festa, nestes dias. Mas este ano fiz a experiência de lançar cavacas do alto da capela. E gostei, por mim será para repetir! Não sendo devota do santo, muito menos tendo feito qualquer promessa, lá subi aquelas escadinhas íngremes para a varanda da capela. Levei o meu saco de cavacas na mão. Toquei o sino... e lá atirei as minhas cavacas na melhor companhia!
São sempre dias muito animados, estes. Amanhã, se Deus quiser, ainda por lá andarei um pouco.
Desde o fim de semana que passou que no centro de Aveiro, o ar tem um certo cheiro a pipocas, algodão doce, cavacas e coisas doces. Durante estes dias assinalam-se os festejos em honra do São Gonçalinho, o o santo apreciado por excelência pelos aveirenses, particularmente por aqueles que vivem a sua vida em pleno coração da cidade.
Gosto desta festa, desta festa que tem as suas particularidades que lhe conferem a autenticidade. Gosto de ver as cavacas que chovem da capela, embora tenha medo de me aproximar para as apanhar; não vá ser atingida por alguma! Os guarda-chuvas invertidos ou mesmo aqueles engenhos montados com umas redes ou sacos de batatas e canas, usados para apanhar as cavacas que caem da capela configuram um cenário que arriscaria dizer inigualável. Sem falar no fogo de artifício sobre a ria... um belíssimo espetáculo!
Costumo tirar um tempo para dar-me a oportunidade de divertir-me pelos lugares da festa, nestes dias. Mas este ano fiz a experiência de lançar cavacas do alto da capela. E gostei, por mim será para repetir! Não sendo devota do santo, muito menos tendo feito qualquer promessa, lá subi aquelas escadinhas íngremes para a varanda da capela. Levei o meu saco de cavacas na mão. Toquei o sino... e lá atirei as minhas cavacas na melhor companhia!
São sempre dias muito animados, estes. Amanhã, se Deus quiser, ainda por lá andarei um pouco.
8 Búzios:
Nunca fui nem conhecia, mas tenho muita curiosidade.
Acho essa tradição mesmo gira.
Diverte-te muito.
ia partindo um dente ontem ao trincar uma cavaca!!! =) Tb gosto desta festa e deste santo, com manias (dizem) de santo brincalhão!!!Mas confesso, marta, que não gosto de ver as pessoas com aqueles paus altos, com rede. Estão ali à ganância, e até atropelam as crianças! O guarda-chuva ao contrário, sim, isso tem graça e é justo!
Então boa festa :)
São Gonçalo é o santinho da minha cidade natal =)
Já fui muito feliz em Amarante, nas festas de S. Gonçalo.
Já ouuvi falar. Aqui, no cais de gaia festeja-se é o S. Gonçálo :) mas não é agora
diverte-te querida *
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